Armênia, Azerbaijão e Rússia assinam acordo para encerrar conflito

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A Armênia, o Azerbaijão e a Rússia anunciaram que assinaram um acordo para encerrar o conflito militar na região de Nagorno-Karabakh após mais de um mês de derramamento de sangue.

O primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, anunciou a assinatura do acordo nas redes sociais nas primeiras horas desta terça-feira (10, horário local), e o Kremlin e o presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, confirmaram a notícia posteriormente.

“A assinatura do documento trilateral será um ponto crucial na resolução do conflito”, disse Aliyev em reunião online com o presidente russo, Vladimir Putin, transmitida pela televisão.

Putin afirmou que forças de paz russas seriam destacadas ao longo do front em Nagorno-Karabakh e do corredor entre a região e a Armênia.

Arayik Harutyunyan, o líder da região de Nagorno-Karabakh, disse no Facebook que concordou com a assinatura do pacto “para encerrar a guerra assim que possível”.

A declaração ocorre após seis semanas de combates pesados e de avanços das forças do Azerbaijão. O governo de Baku disse ter tomado na segunda-feira dezenas de assentamentos em Nagorno-Karabakh, um dia após proclamar vitória na batalha pela segunda maior cidade da região estratégica.

O conflito aumentou os temores de uma guerra regional mais ampla, com a Turquia apoiando seu aliado Azerbaijão, enquanto a Rússia tem um pacto de defesa com a Armênia, além de uma base militar no país.

Congresso do Peru aprova impeachment

O Congresso do Peru aprovou na noite desta segunda-feira (9), o impeachment do presidente peruano Martín Vizcarra Cornejo. Segundo o site do Congresso Nacional Peruano, Vizcarra foi declarado com “permanente incapacidade moral” e, em consequência, foi declarada que a presidência do país estava vaga.

Na votação do impeachment, 105 congressistas votaram a favor do processo, 19 contra e houve quatro abstenções. O número necessário para o afastamento do presidente era 87 votos.

A decisão será comunicada imediatamente a Vizcarra e ao Conselho de Ministros do Peru. A presidência será assumida pelo líder do Congresso, Manuel Merino, que deve ocupar o cargo até julho de 2021. As eleições presidenciais do Peru estão previstas para ocorrer em 11 de abril do ano que vem.

Com informações e foto da Agência Brasil

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