Amazonas

Governo tenta abrir 392 leitos, mas faltam de medicamentos a oxigênio

Os Governos do Estado, Federal e Municipal reuniram-se nesta segunda-feira (11/01) para garantir a abertura de 392 leitos exclusivos para a Covid-19 em Manaus. No entanto, o estado já abre chamada de emergência para garantir medicamentos e oxigênio, enquanto já pede doações de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

Na ocasião, os chefes de Governo discutiram com suas áreas técnicas, que já estão atuando integradas desde a semana passada, sobre as pendências e estratégias para garantir a abertura, de imediato, de 311 leitos clínicos e 81 de UTI. Os leitos estão prontos nos prontos-socorros Getúlio Vargas e Hospital da Nilton Lins, restando completar o quadro de recursos humanos, principalmente médicos intensivistas. Também estão inseridos novos leitos no Hospital Delphina Aziz.

É preciso também ainda aumentar a oferta de oxigênio, uma vez que o principal fornecedor da rede hospitalar do Estado anunciou que está operando no limite. De acordo com a Defesa Civil do Amazonas, que coordena o plano de contingência relacionado ao abastecimento de oxigênio, o consumo quintuplicou em relação à demanda normal e os governos estão apoiando o fornecedor no transporte de cargas de outros estados. Nesta noite, mais 50 mil metros cúbicos, provenientes da fábrica da White Martins em Belém, chegaram para reforçar os estoques das unidades.

Medicamentos

A Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), órgão da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), está realizando uma chamada emergencial para a aquisição e entrega imediata de Rocurônio e Pancurônio (Brometo) para manter o abastecimento das unidades de Saúde do Estado. O coordenador da Cema, Cláudio Nogueira, informa que a compra emergencial é uma ação preventiva, diante do aumento de consumo dos dois itens nas unidades de saúde.

Com informações da Secretaria de Estado da Comunicação (Semcom). Foto: Diego Peres / Secom

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