Covid-19: EUA e Europa seguem batendo recordes de casos diários

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A Rússia registou na última sexta-feira (20) mais um recorde de infeções diárias pelo novo coronavírus, com 24.318 novos casos detectados em 85 regiões do país, de acordo com autoridades de saúde. No total, desde o início da pandemia na Rússia, 2.039.926 pessoas adoeceram e 35.311 pacientes morreram. Em Moscou, principal foco da doença na Rússia, o número de novos casos também foi recorde, com 6.902 pessoas infectadas.

A China continental relatou 16 novos casos de covid-19 nessa sexta-feira (20), abaixo dos 17 do dia anterior, com sete casos de transmissão local e nove casos originados no exterior, informou hoje a Comissão Nacional de Saúde. Em seu boletim diário, a comissão disse que cinco das transmissões locais ocorreram em Tianjin e duas em Xangai. Tianjin, que é vizinha da capital Pequim, lançou um programa de triagem universal de três dias, que abrange quase 3 milhões de moradores neste sábado. Autoridades locais disseram que uma comunidade em Tianjin foi colocada em lockdown e cerca de 1.900 pessoas estão em quarentena, de acordo com o jornal China Daily.

Já a Itália registrou neste sábado (21) mais 692 mortes por covid-19 e 34.767 novas infeções, segundo as autoridades de saúde italianas. O número total de óbitos na Itália desde o início da pandemia é agora de 49.261 e o número total de infeções é de 1.380.531. Das quase 35 mil novas infeções registradas nas últimas 24 horas, 8.853 foram na Lombardia, a região mais afetada pela pandemia. Na área de Veneto foram contabilizados 3.567 novos casos e na da Campânia, 3.554. Cerca de 34 mil pessoas estão hospitalizadas, com 3.758 pacientes internados em unidades de terapia intensiva. O ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza, advertiu hoje que a pressão nos serviços de saúde ainda é muito forte e que o índice Rt de contágio permanece acima de um.

Em Portugal, morreram 3.824 pessoas dos 255.970 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

EUA

Autoridades sanitárias dos Estados Unidos se preparam para outro crescimento de infecções, internações e mortes por covid-19, após a disseminação do novo coronavírus ter acelerado na semana anterior ao feriado do Dia de Ação de Graça (26 de novembro). A média móvel em sete dias de novos casos da doença chegou a mais de 165 mil na quinta-feira (19), com a média de mortes subindo para 1.359, mais do que qualquer outro dia desde o fim de maio, segundo contagem da agência de notícias Reuters.

Com as internações subindo em muitas partes do país, sobrecarregando uma equipe médica que já está exausta, as autoridades em mais de 20 estados impuseram restrições para tentar conter a disseminação do vírus. A coordenadora da força-tarefa contra o coronavírus da Casa Branca, Deborah Birx, afirmou que o vírus está se espalhando a uma taxa elevada em mais de metade do país e que os encontros do Dia de Ação de Graças devem se limitar aos familiares imediatos.

As autoridades americanas têm insistido que as pessoas devem evitar viagens desnecessárias e ter cautela com a aproximação dos feriados de Ação de Graças e Natal. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos emitiram uma “forte recomendação” para que os americanos evitem viajar nas férias.

Com informações da Agência Brasil. Foto: Guarda Nacional Aérea – EUA

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