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CNT defende o fim da Justiça do Trabalho

Segundo presidente da entidade, o Tribunal Superior do Trabalho estaria deixando empresários “inseguros”

O Presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, se posicionou, hoje (12), favoravelmente ao fim da Justiça do Trabalho. Para o presidente, esta esfera da justiça tem gerado insegurança jurídica ao não cumprir as determinações da Reforma Trabalhista, o que impede a geração de novos postos de emprego.

“É lamentável o que vem acontecendo no Tribunal Superior do Trabalho (TST). No momento em que existe uma nova Legislação Trabalhista, que modernizou muito a relação patrão/empregado, mas o TST continua com suas súmulas antigas e que vem causando confusão na primeira instância, com decisões contrárias as novas leis trabalhistas, causando insegurança jurídica para os empresários. ”

Para Andrade, as atribuições da corte deveriam ser repassadas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que tem uma visão mais ampla da sociedade brasileira, “A CNT entende que o próximo governo deve avaliar essa possibilidade de extinção do TST para garantir um olhar menos enviesado da Justiça”.

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