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Como manter-se seguro ao comprar pela internet

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A Black Friday está chegando e, enquanto fazer compras online nunca foi tão convidativo – sem filas, trânsito, taxas de estacionamento ou ficar andando por aí para comparar preços. No entanto, as crescentes ameaças do espaço virtual podem deixar em estado de alerta até os compradores mais tecnológicos.

Com uma grande parte de nosso dia a dia sendo vivido online, estamos expostos a todo tipo de malware. Compras online não são diferentes – e elas crescem a cada minuto. De acordo com o Market Insider, o mercado mundial de e-commerce espera alcançar a receita de US$ 7.724,9 bilhões até 2025, aumentado a uma taxa anual de 11,7%.

“Os cibercriminosos não estão alheios a esses números, e eles buscam explorar os compradores virtuais ao usar uma série de golpes diferentes”, explica Christopher Bray, vice-presidente sênior e gerente geral de consumo da Cylance, empresa pioneira no uso de inteligência artificial em tecnologia de antivírus.

“Uma das tentativas mais comuns é o uso de e-mails de phishing, que confundem o internauta para que clique em links que baixam o vírus em seus computadores – e uma vez que o sistema é infectado, os hackers podem ter acesso a tudo: documentos, informações financeiras e pessoais, nomes de usuários, senhas, fotografias, histórico de navegação, etc.”

“Um dos tipos de malware que está recebendo muita atenção agora é o ransomware, que infecta o computador da vítima e criptografa seus documentos, fotos e vídeos, para que o internauta não tenha mais acesso a eles. Então, o cibercriminoso pede um resgate, geralmente pago em Bitcoins, para recuperá-los”, diz Hiep Dang, diretor de produção na Cylance.

Embora seja comum confiarmos no S em https, um site normalmente seguro pode ter uma vulnerabilidade a ser explorada por hackers ou abrigar um malware, de forma que visitantes possam ter seus computadores infectados por vários tipos de vírus. “Cibercriminosos também podem criar sites falsos, que aparentam ser um site conceituado, e atraem internautas para infectá-los com malware ou pedir informações pessoais e financeiras”, explica Hiep Dang.

No entanto, nem tudo é perigoso na internet. Os especialistas da Cylance – a empresa que revolucionou o antivírus tradicional com prevenção baseada em inteligência artificial que bloqueia o malware diário e as mais avançadas ameaças atuais – dizem que, embora seja difícil identificar um site falso, já que os hackers ficaram muito bons em criar espaços que pareçam legítimos, existem alguns sinais que podemos ficar atentos ao navegar online:

1. Designs feios, uso errado da gramática e erros de digitação;

2. Sites cujas ofertas são boas demais para ser verdade ou que tentam convencê-lo a comprar com urgência;

3. Sites muito novos. Se é um site que você não conhece, você pode pesquisar no WHOIS e verificar quando o site foi criado: https://whois.icann.org

Mas o quão exposto nós realmente estamos quando compramos online? O nível de exposição depende do usuário, seus hábitos e quais medidas de segurança ele possui para evitar ser vítima de um cibercrime. A Cylance recomenda:

1. Certifique-se de que está protegido contra malware com o antivírus instalado em seus dispositivos. Ao escolher um antivírus, evite tecnologias tradicionais reativas que protejam apenas contra malware usando assinaturas e exigem constantes atualizações de produtos para proteger contra novas ameaças. A Cylance é o primeiro antivírus da próxima geração que usa inteligência artificial para prever malwares e não usa atualizações de assinaturas.

2. Use um gerenciador de senhas que pode gerar senhas longas aleatoriamente, que são exclusivas para cada uma das suas contas online. As pessoas costumam usar senhas curtas e reutilizá-las para várias contas. No entanto, se essas credenciais se comprometerem, os bandidos podem acessar todas essas contas ao mesmo tempo.

3. Desconfie de pechinchas “muito boas para ser verdade” e ofertas durante o frenesi de compras da Black Friday. Os cibercriminosos usam a alta demanda de produtos e o desejo dos consumidores de economizar dinheiro como uma armadilha para atrair vítimas inocentes.

4. Não clique em e-mails de pessoas ou empresas que você não conhece ou não se inscreveu para receber newsletters.

5. Não visite sites que você não conhece. Atenha-se a sites de comércio eletrônico respeitáveis.

No final das contas, a verdadeira segurança só virá educando a única parte do processo que nunca pode ser consertada: o usuário final. É necessário empregar o bom senso ao usar a internet e todas as suas ferramentas incríveis. É como sua própria casa: se você não está esperando companhia e a campainha toca, você abriria a porta sem verificar o olho mágico?

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