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Setor de serviços do Amazonas recua 2,5%, em agosto

Indo na contramão do resto do país, o setor de serviços do Amazonas recuou 2,5%, em agosto. É o que revelam dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (14/10/21), pelo IBGE. No comparativo nacional, o volume de serviços cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto, quinta taxa positiva seguida, acumulando no período ganho de 6,5%.

A queda no volume de serviços em agosto, na comparação com julho, a terceira maior do país, interrompeu a sequência de três meses em alta do setor, no Amazonas. Apesar do resultado negativo em agosto de 2021, o volume de serviços cresceu 13,2%, na comparação com o mesmo mês de 2020. No acumulado do ano (período de janeiro a agosto), os serviços registraram 14,8% de avanço, e 10,0% no índice acumulado dos últimos 12 meses, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Brasil

Em todo país, o setor está 4,6% acima do patamar pré-pandemia e alcança o nível mais elevado desde novembro de 2015. Apesar do crescimento, o setor ainda está 7,1% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014. O avanço dos serviços em agosto foi impulsionado por quatro das cinco atividades, com destaque para serviços de informação e comunicação (1,2%) e transportes (1,1%), após resultados negativos em julho. Elas refletem a alteração trazida pela flexibilização do isolamento social da pandemia.

“O primeiro foi impulsionado pelos serviços de desenvolvimento e licenciamento de softwares, portais e provedores de conteúdo e ferramentas de buscas na internet, além de edição integrada e impressão de livro. O segundo pelo transporte aéreo de passageiros e operação de aeroportos, na medida em que houve maior fluxo de passageiros se deslocando e aumentando a receita das companhias aéreas e das concessionárias de aeroportos. Destaco ainda a parte de logística de cargas”, detalha o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

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