Amazônia

Taxa de desemprego no Amazonas é maior que a média nacional

A taxa de desocupação no Amazonas foi de 13,1% entre janeiro e março de 2022. O número é maior que a média nacional, que é de 11,1%. Já a informalidade atinge quase 60% da população do estado. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados nesta sexta-feira (13/05/2022), pelo IBGE.

Em relação aos Estados e Distrito Federal, a taxa do Amazonas foi a 10ª maior. A mais alta foi a do Bahia (17,6%), seguida pela de Pernambuco (17,0%) e Rio de janeiro (14,9). A menor continua sendo a de Santa Catarina (4,5%).

A taxa de informalidade no 1º trimestre foi de 58,0% da população ocupada; a terceira maior entre Estados e Distrito Federal. As maiores taxas ficaram com o Pará (62,9%) e o Maranhão (59,6%). Entre janeiro e março deste ano havia 611 mil pessoas trabalhando por conta própria (35,7% do total de pessoas ocupadas), no Amazonas, no 1º trimestre, cerca de 71 mil a mais, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Rendimento médio caiu

O rendimento médio de todos os trabalhos das pessoas ocupadas manteve-se estável, com variação de 4,4%, em relação ao trimestre anterior (R$81 a mais, em valor monetário), passando de R$ 1.839,00, no 4º trimestre de 2021, para R$ 1.920. Mas em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o rendimento caiu -1,9%, R$ 37,00 a menos no rendimento médio do trabalhador do Amazonas.

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