Amazonas

FVS desmente novos casos de Covid-19 no Amazonas

O titular da Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam), Rodrigo Tobias e a diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Rosemary Pinto, realizaram uma coletiva de imprensa on-line na tarde desta terça-feira (17) para desmentir rumores de possíveis novos casos do novo coronavírus (Covid-19).

Correu a notícia de que dois profissionais de saúde teriam testado positivo e se colocado em quarentena por conta própria. Os dois testes foram feitos no Laboratório da Fundação Oswaldo Cruz e só foram notificados para a FVS na manhã desta terça. Dessa maneira, ainda não há confirmação do resultado de ambos.

Um dos pacientes é o vice-reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), médico Jacob Cohen, de 60 anos. A universidade inclusive divulgou nota confirmando o caso, que horas depois foi desmentido pelas autoridades da Susam e da FVS. O outro paciente não teve a identidade revelada.

“Os dois pacientes são profissionais de saúde que não fizeram o exame pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), que é o único credenciado pelo Ministério da Saúde para fazer o diagnóstico do Convid-19. Todos os resultados feitos em outros laboratórios devem ser por análise no Lacen para serem confirmados ou descartados”, explicou a diretora.

Cerca de 33 foram notificados desde 29 de fevereiro até esta terça, sendo que 27 deles foram descartados até o momento. Cinco casos estão sendo investigados pelas autoridades.

Até o momento, o único caso confirmado do novo coronavírus pela FVS no Amazonas é uma paciente de 39 anos vinda da Inglaterra no último dia 11.

Fake News

A diretora-presidente da FVS, Rosemary Pinto, reclamou da disseminação de fake news sobre os casos no Amazonas. “Ainda não há casos em idosos em idade de risco internados, não há caso de pacientes em estado grave em nosso Estado. Pedimos que a população não acredite em fake news”, pediu Rosemary.

A diretora garantiu ainda que não há desabastecimento de materiais para diagnóstico, mas explicou que tais materiais devem ser racionados. “Vivemos em uma situação excepcional e esses materiais precisam ser usados com muito critério. Só faremos testes em pacientes que tiverem sintomas, como é a determinação do Ministério da Saúde”, explicou.

Foto: Secom

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