O papa Francisco afirmou, em um filme lançado nessa quarta-feira (21), que os homossexuais devem ser protegidos pelas leis de união civil, em uma das linguagens mais claras já usadas pelo pontífice sobre os direitos dos gays.
“Os homossexuais têm o direito de ter uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser descartado ou se sentir infeliz por isso”, diz o papa no documentário Francesco, do diretor indicado ao Oscar Evgeny Afineevsky. “O que temos que criar é uma lei da união civil. Dessa forma, eles são legalmente cobertos. Eu defendi isso”, acrescentou.
Escândalo na fronteira
Advogados e organizações sem fins lucrativos que buscam reunir famílias de imigrantes que foram separadas na fronteira dos Estados Unidos (EUA) com o México pelo governo do presidente Donald Trump, não conseguiram localizar os pais de 545 crianças até o momento.

Uma juíza federal norte-americana determinou que milhares de famílias que foram separadas na fronteira em 2017 e 2018 sejam reunidas, após um processo de 2018 movido pela organização American Civil Liberties Union (ACLU).
Mujica deixa política
O ex-presidente uruguaio José ‘Pepe’ Mujica, do partido de oposição Frente Ampla, renunciou ao Senado nessa terça-feira (20), para evitar possível contágio pela Covid-19, e decidiu se aposentar da política partidária. “Sinceramente, estou saindo porque a pandemia está me tirando”, disse Mujica em seu último discurso, 26 anos depois de ter entrado no Parlamento pela primeira vez.
O ex-presidente, de 85 anos, explicou que, devido à idade avançada, faz parte da população de risco e, como sofre de uma doença autoimune, também não pode ser vacinado. Mujica foi eleito presidente pela Frente Ampla em 2009, depois de ter sido deputado, senador e ministro, e governou entre 2010 e 2015. “Há uma hora de chegar e uma hora de partir na vida”, afirmou Mujica, destacando que “tem que haver uma atitude de dar oportunidade às novas gerações”.
Recorde de casos de Covid-19 na Europa
A Europa registrou na semana passada um novo recorde de infecções pelo novo coronavírus – 927 mil casos -, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela seção europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Europa notificou nesse período um aumento de 25% dos casos confirmados e foi responsável por 38% dos novos casos em todo o mundo.
A Rússia, a República Checa e a Itália tiveram mais da metade dos novos casos na Europa. O aumento mais significativo ocorreu Eslovênia, onde os novos casos aumentaram 150% em relação à semana anterior, elevando-se a 4.890. A OMS destacou também que o número de mortes associadas à covid-19 na Europa “continua a subir”, tendo aumentado cerca de 30% em relação à semana anterior.
Com informações da Agência Brasil. Foto: Vatican Media
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